Mãe de Eliza Samudio diz que goleiro Bruno não paga pensão

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Segundo Sônia, o neto se sente culpado pelo crime cometido pelo pai, e disse que o garoto, pela primeira vez, manifestou desejo de encontrar o goleiro frente a frente, mas garantiu que isso só será possível quando Bruninho tiver o tamanho do pai para olhá-lo “nos olhos”.
“Dia desses, ele me questionou sobre a morte da mãe porque se sente culpado pelo crime. Nunca tinha visto ele se revoltar ou ficar tão abalado. O único culpado nessa história é o pai”, disparou Sônia.
Ainda na entrevista ao periódico, Sônia revelou que Bruno nunca chegou a pagar pensão alimentícia para Bruninho. O garoto, que é criado pela avó materna, com guarda garantida na Justiça, é sustentado pelo avô, que exerce a função de tapeceiro.
A avó do menino conta que o processo de pagamento de pensão alimentícia foi aberto quando Eliza ainda era viva, e até hoje nunca houve nenhum tipo de movimentação. Ela relatou ainda que chegou a requerer o auxílio reclusão, benefício concedido aos filhos que possuem pais presos, mas até isso foi negado.
Depois de cumprir oito anos de pena em regime fechado, Bruno está no regime semiaberto há quase dois anos, mediante à decisão da 1ª Vara Criminal e de Execuções Penais de Varginha. No ano passado, o goleiro retomou a sua carreira no futebol.
Recusado por diversas equipes no país, o ex-goleiro do Flamengo acabou ganhando uma chance de atuar pelo Rio Branco, do Acre. Pela equipe alvirrubra, ele disputou o estadual e Série D do Brasileirão. Apesar dos protestos e revolta de torcedores, o presidente do clube bancou a contratação de Bruno.
No mês passado, Bruno Fernandes anunciou nas redes sociais a sua aposentadoria do futebol, informando os seguidores que investiria na carreira como trader. Contudo, dias depois foi anunciado em um time da terceira divisão carioca.